A tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas. Desta maneira, é impossível pensar em educação e tecnologia como blocos totalmente distintos. Este blog foi criado com o intuito de compartilhar ideias e ações que possibilitem ao educador uma prática eficaz por meio dos projetos de aprendizagem aliados à tecnologia.
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Como usar tecnologia para promover mais estudo entre os alunos
Já virou lugar-comum afirmar que os jovens de hoje são hiperconectados, que vivem online e que estão sempre com seus amigos na rede. Os professores, muitas vezes, sentem-se acuados, acreditando que vivem em um mundo à parte dos alunos, no qual não conseguem entrar. Ou, por outro lado, tentam se relacionar com seus alunos nas redes sociais (como Orkut e Facebook) ou por comunicadores instantâneos (MSN e Skype, entre outros), para se aproximarem mais dos alunos.
Na verdade, professores, assim como qualquer pessoa, têm todo o direito de decidir legitimamente se querem entrar em redes sociais ou não, e se querem falar com tal pessoa em determinado momento por meio do comunicador instantâneo, ou não. Não precisam sentir-se intimidados por não estarem nas redes sociais, nem obrigados a se comunicar com seus alunos nas horas vagas por esse meio. Por outro lado, se gostarem, podem se encontrar com os alunos ali, lembrando que tudo o que registrarem na internet para seus alunos não será lido como postagem de qualquer pessoa, mas de um professor. Portanto, cuidado com o que se diz aos alunos na web!
Mais do que discutirmos longamente se devemos ou não nos comunicar com os alunos no espaço virtual ao qual estão acostumados, seria relevante levantar bons motivos para um professor fazer isso. Ou seja: devemos observar se esse contato com os alunos promove mais estudo e aprendizagem, que é o que um professor deve promover quando interage com seus alunos.
Existem muitas maneiras de promover mais estudo por meio da internet, que os jovens adoram e que, consequentemente, é o espaço em que podemos encontrá-los com muita facilidade fora do horário da aula. Professores podem abrir canais online, no mínimo, para sugerir materiais de consulta. Para tanto, podem criar um site, um blog ou usar as famosas redes sociais e comunicadores instantâneos. Cada professor pode fazer o que preferir.
Fazendo isso, o professor pode exercer sua função docente, com muito conforto, competindo legitimamente pelo tempo dos alunos na rede. Quais seriam as vantagens disso? Tomando a si a tarefa de recomendar conteúdos aos seus alunos, o professor consegue direcioná-los a materiais de melhor qualidade, e ainda acrescentar seus próprios comentários sobre os links recomendados.
Por incrível que pareça, alunos tendem a gostar das recomendações de professores quando se tratam de materiais da rede. Os pais dos alunos também confiam nos professores quando o assunto é internet e se sentem seguros quando sabem que seus filhos estão acessando material indicado pelos seus mestres. Além de direcionar os alunos a materiais de qualidade, essa prática também tem a vantagem de incentivar que eles leiam mais, que se dediquem a tarefas mais relevantes do que puramente ao lazer e relacionamento social na rede. Como não há limite de tempo e de espaço na internet, o professor também pode indicar conteúdos indiretamente relacionados com a sua disciplina ou, simplesmente, interessantes.
Com essa prática, o professor mostra aos alunos que está atualizado, que está na rede, e que sabe o que se passa ali. Ele também encontra os alunos exatamente onde eles passam a maior parte dos seus dias. Vale a pena. Afinal, uma das maiores vantagens da internet para a aprendizagem é que ela amplia o tempo de estudo de muita gente. Vamos aproveitar essa vantagem!
Texto de Betina Von Staa, doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ela também será uma das palestrantes do 18º Educador (Congresso Internacional de Educação), programado para maio, em São Paulo (SP), cujo tema de abordagem será "Analfabetos Digitais Funcionais? A Formação de Professores e o Trabalho com as Tecnologias e Mídias Educacionais".
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Sugestão
Li e gostei, este livro relata os equívocos mais comuns cometidos pelos professores ao trabalharem com pesquisa com seus alunos e sugere novas alternativas a serem seguidas, às quais podem levar, de acordo com o autor, a um melhor proveito. Ele diz que a pesquisa na escola deve ser mais do que simplesmente
o professor dar o tema, marcar a dia de entrega para então avaliar e dizer a nota pelo trabalho feito.
Comentário da educadora Simone Malaspina
O livro é realmente bom. Nos mostra uma forma inovadora e significativa de como trabalhar a pesquisa em sala de aula.
Por meio de um projeto de pesquisa (Sobre Monteiro Lobato), o autor nos dá um roteiro, um exemplo, de como iniciar, desenvolver e encerrar uma pesquisa com os educandos.
Vale a pena ler!
Alexandra
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Impressão de uma Orientadora sobre o Projeto Educação e Tecnologia
"Posso dizer que estão cada vez melhor...
Aproveitei a Parada Pedagógica junto com as professoras do horário do intermediário, onde explanei idéias para trabalhar o Projeto e a maneira como as especialistas podem nos ajudar. Também pedi ajuda e ofereci ainda mais, para as professoras que estavam "acanhadas".
A nossa Coordenadora falou sobre idéias construtivistas e demonstrei para as professoras que o construtivismo é fácil de ser trabalhado, ainda mais nas aulas de Educação e Tecnologia. Dei vários exemplos do que estou trabalhando. (...)
Eu, assim como você, acredito nesse Projeto e sinto que ele vem para transformar a maneira de aprender dos nossos educandos, de uma maneira realmente significativa."
Professora Geovana
terça-feira, 15 de maio de 2012
Formação 11/05
Nosso último encontro de formação aconteceu no dia 11/05.
No primeiro momento retomamos algumas questões sobre o diário de bordo dos orientadores: planejamento, impressões e atividades dos educandos. Logo após, discutimos sobre os quatro princípios de uma boa situação de aprendizagem (Conhecimento Prévio, Desafio, Função Social e Interação).
Os orientadores se reuniram em grupos e socializaram atividades realizadas por eles, que consideraram boas situações de aprendizagem.
As apresentações destas atividades serão feitas no nosso próximo encontro, no dia 25/05.
No segundo momento do encontro os orientadores tiveram uma oficina sobre movie maker com a Viviane Lima.
No primeiro momento retomamos algumas questões sobre o diário de bordo dos orientadores: planejamento, impressões e atividades dos educandos. Logo após, discutimos sobre os quatro princípios de uma boa situação de aprendizagem (Conhecimento Prévio, Desafio, Função Social e Interação).
Os orientadores se reuniram em grupos e socializaram atividades realizadas por eles, que consideraram boas situações de aprendizagem.
As apresentações destas atividades serão feitas no nosso próximo encontro, no dia 25/05.
No segundo momento do encontro os orientadores tiveram uma oficina sobre movie maker com a Viviane Lima.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Mães Más
MÃES MÁS
Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.
Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra
Atividade propaganda
PROPAGANDA
EDUCADORES ENVOLVIDOS: Orientadores de Educação e Tecnologia, Professores Polivalentes e Professores Especialistas (Língua Inglesa).
PERÍODO: 8 a 10 aulas – Mês de maio e Junho de 2012 – 2º bimestre
PÚBLICO ALVO: Educandos dos 4ºs e 5ºs anos do Fundamental I e Fundamental II.
OBJETIVOS:
- Tornar o educando protagonista em seu processo de comunicação e busca de conhecimento de seu tema de interesse;
- Oportunizar aos educandos a prática oral em Língua Portuguesa e Língua Inglesa;
- Ampliar o vocabulário dos educandos em sua língua materna e língua estrangeira moderna (inglês);
- Ampliar o conhecimento e desenvolver nos educandos o olhar crítico acerca do gênero proposto: propaganda;
- Propiciar momentos para troca de conhecimento;
- Aprofundar nos educandos, o conhecimento, a valorização e o respeito por sua pesquisa e pela pesquisa dos colegas de classe.
CONTEÚDOS:
· Tema de interesse (pesquisa) de cada educando;
· Verbos no imperativo afirmativo e negativo;
· Gênero: Propaganda;
· Vocabulário em sua língua materna e língua estrangeira moderna (inglês).
ROTEIRO DE ATIVIDADES:
1. Perguntar aos educandos o que sabem sobre propaganda:
· A que mais gostou, a que menos gostou e o porquê;
2. Apresentar ao grupo uma propaganda e questionar os seguintes pontos:
· A que público se dirige;
· Quais são as palavras utilizadas numa propaganda e o porquê
· Qual a intenção/objetivo da propaganda.
· Atende ou não a este objetivo?
3. Nos grupos de pesquisa, pedir aos educandos que elaborem uma propaganda sobre o tema investigado. Podem criar um produto, uma campanha, entre outros.
A propaganda pode ser filmada ou apresentada ao vivo.
O produto ou a campanha podem ser feitas com material físico e/ou digital.
Esta propaganda deve ser apresentada em dois idiomas.
4. Apresentação dos trabalhos desenvolvidos para o grupo.
AVALIAÇÃO:
· A avaliação deve ser realizada de acordo com o desempenho e participação dos educandos em cada aula;
· Autoavaliação e avaliação do grupo.
MATERIAIS NECESSÁRIOS:
- Computadores com acesso à Internet para pesquisa e “download” das canções, poemas e imagens que comporão a propaganda;
- Máquinas fotográficas/ filmadoras para coleta de registros;
- Cartolinas;
- Canetões;
- Cola;
- Fitas e barbantes;
- Grampeador;
- Grampos;
- Aparelho de Som
- Murais
Atividade Elaborada por Alexandra Rivera Ikeda
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